SINDICATO E SERVIDORES MUNICIPAIS PARALIZAM E FAZEM ATO EM 1º DE DEZEMBRO

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

STPMO e trabalhadores em educação aderem a Paralisação Nacional


A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) propôs a Paralização Nacional dos Trabalhadores em Educação neste dia 16 de agosto de 2011, que o STPMO e o SINTEPP local aderiram e Convocaram a todos os servidores da rede pública municipal e estadual para abraçarem a causa.
E na referida data, como forma de atividades de formação e esclarecimentos sobre a pauta os Trabalhadores e os Sindicatos estiveram reunidos na área coberta da EEEM São José, onde foram abordados assuntos como: O não cumprimento da Lei do Piso pelos Governadores e Prefeitos, inclusive o governador do Pará e o prefeito de Óbidos não estão cumprindo mais esta lei; A aprovação e/ou efetivação do PCCR, o não cumprimento da lei da Hora atividade para professores.
Dentre outros assuntos, discutiram também sobre o não cumprimento da Portaria de Lotação, o que tem privilegiado a contratação de temporários para as escolas municipais quando existem servidores efetivos que por algum motivo são mantidos com carga horária mínima de 100h, mais um absurdo do Gestor local; aposentadoria, sábados letivos, pagamento da remuneração (soma do salário base mais vantagens dos profissionais) quando estes estão de licença ou de férias, o cumprimento do direito às licenças, o não pagamento do adicional de férias, e muitos outros.
Por isso, todo o debate foi ótimo, um momento muito bom para a troca de informaçõs, orientações e a interação dos trabalhadores em educação.
Um outro ponto interessante foi a exposição da proposta do PCCR dos profissionais da educação construido a partir das especificidades dos educadores no ano de 2010, com a participação dos profissionais da educação, que é quem melhor conhece a realidade, que era para ser aprovado pelo Executivo naquele ano, mas o descaso com a educação deixou os servidores sem direitos, sem reposição e sem reajuste salarial assegurados.
Por isso, agora no segundo semestre, temos que nos unir mais e mais para defendermos o nosso PCCR, que foi comstruído pelos e para os educadores.
TODOS À DEFESA DO PCCR!

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